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Salette Brustolin é homenageada no projeto “Mulheres que inspiram”

31.03.2018

Nascida no dia 5 de março de 1953, em Marcelino Ramos, no Rio Grande do Sul, Salette Brustolin, estudou no Colégio de Freiras Cristo Rei, onde aprendeu a seguir seu coração.

Ser mãe e dona de casa são as primeiras profissões que considera na vida, pois desde cedo cuidava da casa dos seus pais e dos irmãos, depois casou-se e continuou cuidando do lar e dos seus três filhos. “Mas como nem tudo na vida são flores, eu e meu primeiro marido nos separamos. Tive que criar sozinha meus filhos, então, veio à necessidade de voltar aos estudos”, disse Salette.

Com muitas dificuldades, formou professora de Educação Física e passou a dar aulas de jazz e balé nas academias e escolas. Conheceu a massoterapia aos 30 anos de idade, e se apaixonou pela profissão que tira as dores do corpo, leva conforto emocional e melhora o fluxo de energia das pessoas.

Desde então, não parou mais de estudar. “Busquei conhecimento, deixava as crianças com meus pais e ia com dinheiro contado para o curso, mas valeu a pena”, conta. Além da massoterapia, adquiriu conhecimentos de naturologia, e hoje é iridologista, Reikina, Terapeuta Quântica e possui várias especializações nas áreas de saúde complementar.

“Com este conhecimento pude ter minhas maiores realizações, levando saúde e informação aonde quer que eu fosse”, destaca.

Em Palotina, procurou trazer o que aprendeu na Feira Naturalista, palestras sobre Saúde e Alimentação Saudável. Desenvolveu um lindo trabalho em todos os clubes de mães, proporcionando conhecimento sobre qualidade de vida. Sempre participou voluntariamente dos eventos públicos, em praças, no clube do vovô, e em comunidades do interior.

“Com a benção de Deus, pude me tornar professora em massoterapia, e levar este conhecimento divino para outras pessoas, formado-as na arte de cuidar do próximo há 12 anos”, revela.

Para Salette, o papel de uma mulher na sociedade está em ver qual a necessidade social da comunidade em que vive. “Foi o que tentei fazer, em minhas maratonas entre o trabalho, o cuidado com meus pais, e com meus filhos adotivos. Era preciso dividir entre o que tinha que ser feito e o que necessitava ser feito”. Sua devoção e comprometimento com o próximo foram combustíveis para seguir em frente. “Durante anos passei finais de semana em visitas constantes ao abrigo levando amor as crianças que só são lembradas no natal. Depois da partida dos meus pais encontrei forças realizando um trabalho no Asilo, Lar da Fraternidade, o amor e atenção que aquelas pessoas necessitavam me deram forças para continuar”, ressaltou.

Para manter o pique, a massoterapeuta conta que tem a ajuda de seu esposo, Admir Campos, que acompanha sua jornada há 24 anos. Como hobbie, ela pratica hidroginástica, yoga, meditação e vai à missa. “Todos nós precisamos de reforço físico e espiritual”, afirma.

“As pessoas acham que sou caridosa, por ir a Casa Lar, ao lar da Fraternidade (asilo), voluntariamente, porém penso que isto é normal, auxiliar o próximo com amor, carinho e dedicação”, conclui.  

“Não espere por grandes líderes, faça você mesmo, pessoa a pessoa; Seja leal as ações pequenas porque é nelas que esta a sua força”. (Madre Teresa de Calcutá)

 

 

 

 

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